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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Histórias dos Festivais CRISTIANO PEDRA QUEVEDO

Por Rico Bertoletii

Trabalhando no 11º Sentinela da Canção Nativa na acolhedora Caçapava do Sul, os quatro dias foram sempre de casa lotada, dois grandes shows por noite, lindas musicas abrilhantaram o festival,  a música   MILONGAÚCHA com letra de João Estimamilho e melodia do Categuinha Matheus Alves e interpretação do Itá Cunha foi a grande vencedora, a KK Clarissa Moura do Blog BAHSTIDORES recebeu um merecido troféu por tudo que ela tem feito na divulgação da cultura gaúcha, após cada noite do festival os boêmios iam para casa do Vavá Oliveira Produtor Cultural do Sentinela e outros eventos, muita música e as jantas feitas pelo grande Goumert Érlon Péricles, o Vaine Darde estava sempre em volta tentando ser o auxiliar de cozinha, mais atrapalhava do que ajudava, o Antônio Gringo era o primeiro a degustar, o assunto que foi mais falado era sobre as passeatas que estão ocorrendo em todo Brasil, Texo Cabral, Paulinho e Guilherme Goulart, Shana Muller, Duca Duarte, Pirisca, Rodrigo Maia entre outros, todos dando diversas opiniões:

- A passeata é legal quando não tem violência;
- Mas se não tiver alguma violência ninguém vai fazer nada; 
- Tem gente infiltrada  fazendo  vandalismo para que o movimento seja desacreditado;
- Porque a BM não faz nada quando os vândalos estão quebrando as coisas ao seu lado;
- Muitos políticos só agora começaram a perceber que o movimento não é só por causa do reajuste das passagens, quando falaram nisto:
- Reajuste das passagens o Cristiano Pedra Quevedo deu um salto e pediu a palavra:
Nós imaginamos alguma bobagem vem aí, ele todo sério lasca esta:
- Meus amigos liguei agora para Piratini 1ª Capital Farroupilha, minha terra natal, lá o movimento contra o aumento das passagens foi o maior do Estado, o maior do País, o sangue dos farrapos tomou conta da comunidade de Piratini, muita correria, um quebra -quebra total, até que um dos manifestantes bradou “ vamos queimar os ônibus, onde já se viu este baita aumento das passagens”, quase todos gritando é isso mesmo, vamos queimar os ônibus, vamos queimar os ônibus, e um silêncio foi tomando conta de todos, o pessoal começou a pegar o rumo das casas pensando que cagada nos fizemos, Piratini não tem ônibus.

Um abraço do amigo
Rico Bertoletti - Diretor de Palco

quarta-feira, 5 de junho de 2013

História dos Festivais

Por Rico Bertoletti

Sobre o acontecido em Santa Maria, a gente que vive neste meio, fica muito, muito triste, resta-nos orar pelos familiares e pela alma desses jovens e torcer para aqueles  enfermos que se restabeleçam.

Essa história quem me enviou foi meu grande amigo Gilberto Caramão, lá de São Sepé,pai da grande cantora Caroline Caramão, um dos criadores e organizadores do Sinuelo da Canção Nativa.

MEU GRANDE AMIGO RICO BERTOLETTI, PARABENS PELA INICIATIVA DE CONTAR ESTAS HISTÓRIAS, ESTOU ACOMPANHANDO ELAS NO BLOG DO COMPOSITOR ROMULO CHAVES QUE ESTA FAZENDO UMA GRANDE DIVULGAÇÃO, E COMO VOCE PEDIU, EU TAMBEM TENHO HISTÓRIAS  E ESTOU ENCAMINHANDO ESTA PRA TI :

Arison Martins,Gilberto Caramão e o amigo violeiro Décio.

SINUELO DA CANÇÃO NATIVA  - 5º APARTE  -  JANEIRO  DE  1987
Feita a triagem, foi classificada uma composição  (chuva de verão), autoria - letra e música - de, nada mais nada menos do que João de Almeida Neto. Passou com muitas letras  "A".
Chegou o festival.  Começaram a se apresentar os grupos para se inscreverem.   Aparece o João, com sua linda voz e com aquele grave inconfundível:
- Boa tarde, quero me inscrever!!!- Ótimo João: Quem são os outros integrantes da música???
- Eu  e meu violão. -  Mas João, o regulamento diz que tem que ter no mínimo três no palco. - Então bota aí eu, o meu pai,o Canário, vou encontrar outro pra me acompanhar... Foi aos bastidores e encontrou o Larry Charão grande percussionista (de belas lembranças...) e o convidou para tocar na música, o que aceitou.  Então já tinhas os três...Encontrou o Antão Barros e o convidou para fazer uma gaita, topou...Viu o Daniel Morales e o convidou.  Daniel se desculpou por já ter três músicas, mas indicou o Paulinho Jerjoski que estaria à disposição. Estava, na hora do ensaio, na escada que dava acesso ao palco. João ensaiou a música com o Larry na percussão, o Antão na gaita, ele ao violão e o Canário nos efeitos especiais (o carrilhão que fazia o trim-trim-trim.  Ao descer do ensaio daquela grande obra poético-musical convidou o Paulinho Bratt para fazer o piano, topou, embora sem ter ensaiado.  Foi à secretaria e inscreveu seus novos companheiros e depois muita ceva...
Chegou a hora da apresentação: - A música foi excepcionalmente bem interpretada e com um baita time, foi aplaudida de pé pelo público. Registra-se que o Canário postou-se atrás do carrilhão, mãos cruzadas para trás e só de olho no Larry... Ao sinal de cabeça do mesmo ele passava a mão por seus instrumento e blim-blim-blim,  lindo.
Classificada, lógico, para a final, apresentou otimamente e, mais uma vez, aplausos de pé por parte do público.  E, como dizem, que a voz do povo é a voz de Deus, não deu outra:  Primeiro lugar por unanimidade dos jurados e o João, melhor intérprete.
Ainda hoje Chuva de Verão é rodada como sendo uma da composições mais lindas dos nossos festivais...

Janeiro de 1986  -  4º  Aparte do Sinuelo.
Essa aconteceu com um jurado... Segundo festival do ano, pleno janeiro, verão, 40 º. conseguiu-se para que os jurados se refrescassem à beira da piscina e lá tinha algumas cevas... Já meio encarnado com o sol, um jurado, após o almoço, foi sestear no Trevo hotel. Ligou o ar condicionado no máximo e ferrou no sono... Acordou-se de sobressalto, todo encharcado de suor, levantou-se e começou a gritar:-Estou morrendo!!!! Chamem um médico!!!!  Foi aquele alvoroço na portaria ao que um dos atendentes foi ao quarto e desligou o ar condicionado que estava ligado no quente e a todo o vapor... Não precisa dizer mais nada, né???? O Glênio Fagundes foi salvo.

Um abraço a um dos Dinossauros e grande Diretor de Palco dos nossos Festivais.
GILBERTO CARAMÃO  

Um abraço
Rico Bertoletti
Diretor de Palco

quarta-feira, 22 de maio de 2013

História dos Festival "Nico no Reponte"

Por Rico Bertoletti
 
Antonio Augusto Fagundes, nosso querido Nico Fagundes, inteligentíssimo, uma mente privilegiada, talvez até em função daquela baita cabeça, o Nico Fagundes foi o maior apresentador com quem eu trabalhei, fazendo a Direção de Palco dos Festivais e em outros eventos, estivemos juntos inúmeras vezes, ele sempre gozador, aproveitava todas oportunidades que tinha para mexer com o pessoal, numa dessas vezes no Reponte de São Lourenço do Sul, o Valdir Justi era um grande apreciador da musica gaúcha, onde tinha festival lá estava o Valdir com seu Motor Home que tinha o nome de Guri, talvez em homenagem a musica Guri, de tanto estar entre os músicos, o Valdir dava uma palhinha, cantava algumas musicas, aí o negrão Osmar Carvalho disse para o Justi que  ele devia cantar nos festivais, e o Valdir começou a cantar em alguns festivais até que chega o Reponte, o Valdir Justi está lá e na hora de ele entrar no palco o Nico sorridente diz prá ele:

- Valdir, tu é um baita de um cantor, quando está aqui com nós, na hora do ensaio, lá na Pulperia, mas o que acontece contigo quando tu vai cantar num festival, tu começa a tremer a perna, gaguejar, esquece alguma parte da letra, parece até que pegou por osmose do alemão Otto.

O Justi diz: Nico tu vai ver  como é que canta um grande cantor.

Eu já havia colocado a banda no palco, o Justi se posiciona em frente ao microfone.

E o Nico apresentando a música diz:

Nos violões Osmar Carvalho e Mario Barros, no Acordeon Marçal Bóia Loca e para interpretar esta canção o grande cantor Valdir Justi.

O público aplaude, a banda ataca com solos de violões e de acordeom, o Justi em silêncio... a banda da mais uma volta na introdução da música, o nego Osmar fala:

- Agora Valdir... e o Justi simplesmente baixa a cabeça e sai do palco, os músicos vão atrás, todos rindo...
Na saída do palco o Nico diz : 

- Como é que canta um grande cantor Justi?

E o Valdir levando na esportiva diz:

- Nico ouve este alemão que vai cantar agora.

O alemão era o Flavio Hansen.

O Flavião cantou, foi o melhor intérprete e ganhou o Reponte com a música Na Forma, letra do Anomar Danúbio Vieira e a música do jamaicano bageense Zulmar Benitez.

O Valdir Justi até podia não cantar bem, mas entendia do riscado.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Histórias dos Festivais - Copacabana Palace

Por Rico Bertoletti

Me contaram por verdade e com testemunhas etc.... Que quando o Gaúcho foi ao Rio de Janeiro para assinar contrato com a gravadora Continental na época, ficou num Grande Hotel o  nome se não me engano era o tal de Copacaba Palace, bem alto, mais de 30 andares, frente a Copacabana. Bueno, ele se hospedou a noite, ficou num andar bem no alto, o camareiro levou suas malas, abriu a porta do quarto entraram mostrou o apartamento para ele e devido ao grande calor que fazia ligou o Ar Condicionado no último grau de frio. Bem, de manhã, quando o Gaúcho acordou, achando que tava "fresquito", imaginou que lá fora estaria bem pior, então botou PONCHO, bota, lenço, chapéu e desceu procurando onde era a sala do café. A recepcionista lhe disse:

- Senhor a sala  do café é na sobre-loja. Ao que o Tio Gaúcho bem pilchado se foi para rua, passado mais ou menos meia hora ele retorna num baita suador e perguntou ao porteiro:

– Tchê não achei a tal de Sobre loja onde é servido o café, é muito longe daqui? Já andei mais de 10 quadra e nada de ver um letreiro com este nome, ai que o porteiro lhe diz:

- Senhor acontece que a recepcionista não soube lhe informar direito, a sobre loja onde é servido o café, é aqui no hotel no 2ª andar, ali adiante o senhor vai lá e chame o Elevador.
Bueno, dai, o Gaúcho foi até o elevador, se colocou na frente da porta e sussurrava baixinho: -- ELEVADOR....ELEVADOR.....

O porteiro vendo que ele estava todo atrapalhado lhe ajudou e dizendo:

- Senhor aperte o botão que ele vem!

- Daí o Tio Gaúcho da Fronteira botou o dedo no Botão do Poncho, apertou bem no peito e gritou forte: E L E V A D O R...E L E V A D O R....

TE APROCHEGA TCHÊ!

Mas Bah QUE BAGUALISMO!

(Se você tem alguma história que queria contar é só nos enviar por e-mail bahstidores@yahoo.com.br e também fazer parte da coluna "Histórias dos Festivais")

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Histórias dos Festivais


Por Rico Bertoletti

Meus Amigos

O meu grande amigo Jaime Ribeiro, cantor, musico e radialista, tem o programa A Vóz do Pampa, a maior audiência daquela fronteira.

O Jaime foi integrante por  muitos anos do Grupo Parceria, saiu dele para acompanhar  nada mais nada menos que o Gaúcho da Fronteira,  na época estava estourado com o sucesso do Vanerão Sambado.

Ele me falou que os guris do Parceria tinham aumentado as história que contaram dele e ele muito gentilmente me enviou duas histórias  que repasso agora para vocês.
Faça como o Jaime Ribeiro mandem alguma história.

VALEU RICO BERTOLETTI, GRANDE DIRETOR DE PALCO DOS NOSSOS FESTIVAIS.
Te mando outras...em breve FELIZ ANO NOVO..... com saúde, paz..... e muitas histórias.

LÁ VAI UMA DO GAÚCHO DA FRONTEIRA.

1 – Em uma turnê do Gaúcho da Fronteira, com o empresário de Maracajú - MS - Sr. Massaróca. Ficamos num hotelzito em Ponta Porã. Ficaram num quarto os músicos  Alcemar, João Bigode e Dudu. No outro o Massaroca o Gaúcho e Eu (Jaime Ribeiro), quando fui no quarto ao lado matear com os guris, o Massa desceu e foi comprar jornal e o Tio Gaúcho ficou olhando TV acostado. Porém deu sono nele ele foi desligar a TV e não achou onde desligar. Daí, quando entrei no quarto havia um cobertor por cima da TV Preto e Branco. Ele acordo e me disse: "Mas Bah Tchê cliquei um monte de vezes nesse botãozinhos e não pude desligar esta "bosta".

GRUPO PARCERIA

2-  Antes 1980 era chamado de Grupo Barranca, então na 10ª Califórnia Adão Quintana classificou uma musica na triagem chamada "Parteira de Campanha" que foi apresentada pelo grande  "Cesar Passarinho". No Quartel da Artilharia Anti-aéra servia o soldado João Quintana e eu Jaime Ribeiro era 3º Sargento  e havia sido convidado pra cantar "Baile Xucro" de Necir Dorneles e Dino Pires, então o João Quintana veio me procurar para tocar na musica deles, chegou fez uma continência gaúcha, juntou os cascos e se apresentou "Com licença Sargento Jaime o Sr. poderia nos acompanhar numa música na Califórnia?

Eu respondi: NÃO porque já vou cantar uma.

Tá dispensado Soldado.

Até ai eu nem sabia que podia subir ao palco mais de uma vez......e outra tava apavorado para decorar a obra do Necir. Daí os Quintanas não gostaram muito, mas ficamos amigos no más, tanto é que depois vim a participar do Grupo Parceria. 

Um abraço do amigo 
Rico Bertoletti
Diretor de Palco

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Histórias dos Festivais - Parceria 2

Por Rico Bertoletti

Em 1984 durante a 14ª Califórnia que acontecia na Pastoril, era uma verdadeira cidade de lona, centenas de pessoa acampadas, o Parceria tinha uma música chamada QUEIXUDA, falava da infração que assolava o País na época, a musica era do Adão e a letra do Moacir Severo, esta composição era candidata a musica mais popular, o Moacir para melhor divulgar a canção, mandou imprimir dez mil folhetos com a letra da musica e que aparecia na capa o Ministro da época Delfin Neto montado numa mula, alugou um avião agrícola para jogar aquelas letras no parque, quem estivesse lá iria pegar uma letra para acompanhar a música, quando o avião passa na Pastoril e solta os folhetos, o João Quintana diz que bateu um vento sul e as letras foram parar em Ítaqui e Passo de Los Libres, não caiu uma sequer no parque.
O João aproveitou e falou também do Washington Pereira, este nego toca um violão  de primeira categoria, ele acompanhou o Parceria num determinado período, diz os Quintana que o Washington era viciado em coca cola.

Certa feita estavam na fila da janta, o João atrás do Washington que logicamente começa a se servir antes, arroz, feijão, salada, a carne era frango o João olhou e viu que tinha três coxas e três sobre-coxas, o Nego pegou tudo e foi para mesa, o João se serviu e sentou ao lado do Washington, que olhando para o prato do João diz:

- Joãozinho não pegastes galinha?
O João: - Negão não tinha mais galinha.

- Joãozinho meu irmãozinho, troco contigo duas coxas e duas sobre-coxas por duas coca-cola, topas???

Outra o Parceria contratado para fazer show em um festival, estadia, alimentação e refrigerantes os organizadores pagariam, bebida de álcool era por conta de quem bebesse, o João avisa todos integrantes das regras do contrato, equalizaram a apresentação a tarde, a noite fizeram o show e retornaram para o hotel, no outro dia pela manhã tomaram o café e estão indo embora, quando o gerente amigo do João o chama e diz:

- João nos temos que acertar os extras do quarto do Washington
- Mas ele bebeu alguma coisa de álcool?
- Não.
- Então acertar o que? Se o refrigerante da janta estava incluído.
- Quanto o refrigerante da janta não tem problema, é que ele ficou com trinta e seis coca-cola.

O João arrepiou os cabelos, pediu licença e disse que já retornaria.

Foi na direção  do Negão e diz:

- Washington tu ficou com 36 coca-cola?
- Joãozinho tu me disse: Quem bebesse  bebida de álcool  teria de pagar, e que o refri estava liberado, então peguei umas latinhas e to levando pros neguinhos lá de casa que também são apaixonados por coca-cola.

Um abraço do amigo
Rico Bertoletti
Diretor de Palco

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Histórias dos Festivais - Grupo Parceria 1

Por Rico Bertoletti

Estive em dezembro passado em Uruguaiana realizando a Direção de Palco do 2º URUCANTO que veio para ficar, grandes musicas, intérpretes de primeira qualidade e uma grande premiação, tudo sob o comando da incansável NELI ROSSINI.

Estando na terra deles e sabendo que eles tem história, não pude me furtar de colher alguns relatos.

O Grupo Parceria nasceu em 1983 na Ronda do Alegrete, a frente os irmãos João e Adão Quintana, do Cleber Soares, Jaime Ribeiro, Gabriel Oldani, Necir Dornelles, Maurício, Vani...

O pessoal do Parceria me contou algumas histórias dos seus integrantes...


O Necir Dornelles um baita acordeonista era totalmente desligado, durante uma edição da Gauderiada, o Heleno Gimenez ia acompanhar a Fátima Gimenez em uma música, o grupo no palco e o Heleno procura a sua palheta e nada, desce do palco correndo para ver se alguém emprestava uma para ele e o Necir chama o Heleno e diz:

- Heleno o que tu ta querendo?

O Heleno: - Uma palheta, o pessoal tá no palco e eu faço um solo e preciso da palheta.

O Necir com a calma que Deus lhe deu, pega sua carteira abre ela, mostra a foto de um filho, bonito ele em Heleno, e continua a remexer na carteira, e o tempo passando..., o Heleno suando, olhava pro palco, via os outros músicos olhando pra ele como que dizendo vem assim mesmo, e o Necir continuava mexendo na carteira e o Heleno esperando uma solução, até que passados uns cinco minutos, o Necir fecha a carteira e diz:

- Pois é Heleno, eu sou acordeonista e não uso palheta pra tocar a minha gaita, se fosse violonista talvez até tivesse uma.

O Heleno puto da cara, volta pro palco e tocou o violão sem palheta mesmo.

Essa é do Gabriel Oldani também acordeonista, que o pessoal chama de “Bacudo”, o Parceria estava realizando um show na Vigília, e na terceira música do espetáculo, que iniciava com a introdução da gaita, da um "branco" no Oldani, o João vendo a situação chega perto dele e fala: - Vamo embora Bacudo.

O Gabriel totalmente desligado, solta a gaita, coloca ela no chão, olha pro Cleber Soares e:- Pois é Clébinho, ganhamo este dinheiro ligeirinho.

O Cleber:- Bacudo, vamo embora com outra musica animal...o show só está iniciando...

O Bacudo também esteve na mira de uma espingarda de um caçador lá da serra gaúcha, mas isso é outra história

O Jaime Ribeiro que possui uma voz muito bonita, de vez em quando cantava alguma musica que o grupo ia defender, em um determinado festival que o João não se lembrava qual era, diz que a musica que o Jaime ia cantar era letra e musica dele Jaime Ribeiro. O apresentador anuncia: - Para interpretar a musica.....Jaime Ribeiro e o Grupo Parceria o Adão e o Oldani fazem  os acordes da introdução da musica e dão a deixa para o Jaime iniciar cantando e o “branco” bate no Jaime, ele se aproxima do Adão  e diz:

- Como é que é a letra?

O Adão: - Eu nem sei das minhas, muito menos das tuas, as minhas musicas quem sabe a letra é o João.

O publico esperando o Jaime cantar...

O Jaime ao natural: - João Quintana onde anda você, por favor me ajuda,cade a letra???

O pessoal no palco começa a rir, o Adão e o Gabriel Oldani começam a música outra vez...

E o Jaime sem perder a calma diz: Gaiteiro meu amigo da outra volta, é nesse tranco que nós vamos até o amanhecer,

E nada da letra vir a mente...

E o Jaime sem perder a esportiva:

- Bom pessoal, jurados, imprensa e  o público aqui presente, este ano nós viemos só com a musica, ano que vem botamos a letra e vamos cantar pra voces...

Um abraço do amigo
Rico Bertoletti
Diretor de Palco


quarta-feira, 10 de abril de 2013

Histórias dos Festivais - Ciro SAKS conta MARENCO

Por Rico Bertoletti

Estou compartilhando estas histórias, além das que eu tenho escrito, também as que o pessoal tem me enviado.

É com grande prazer que recebi essa baita História contada pelo meu grande amigo CIRANGELO DA SAK'S SOM E LUZ, ele e sua equipe o pequeno GRANDE Gini sabe tudo como operar um monitor sempre dando um retorno muito bonito para quem esta no palco, o Sorriso que ainda vai acertar na mega sena, o Quisuco que vai ser promovido a Tang, o Paulinho chorão, eles que estão junto com a gente nesta estrada dos Festivais, Feiras, Rodeios e outros eventos.

Olá amigo Rico Bertoletti, o cara que sabe tudo de Direção de Palco.

Em primeiro lugar quero te dar os parabéns por essa iniciativa de colocar no papel e contar estas histórias para todo mundo.

Não sabia que tu tinhas esse dom de contador.

Sei que muitos já devem estar também te retornando e contando mais algumas histórias, mais aqui vai uma.

Há muitos anos atrás  (sou péssimo para guardar datas), estava  voltando da Semana Farroupilha de Piratini, pois tive que voltar a São Vicente do Sul no meio do evento, resolvi ir de ônibus de linha, ai cheguei na rodoviária de Pelotas e encontro meu amigo LUIZ MARENCO na época que ele era meio pobre e ainda andava de ônibus, ele todo pilchado como sempre, ficamos conversando esperando o horário do bus, ele me diz:

- Ciro to aqui na rodoviária já faz umas três horas, onde eu vou me parece que aquele PM ta me cuidando?

Faz o seguinte Marenco vai no banheiro que vou ficar cuidando se ele ta mesmo de olho em ti.

Ele vai  ao WC e o brigadiano fica de bícuira no Marenco.

Ele retorna e... – Daí Ciro e o PM ta me cuidando???

- Não tirou o olho de ti.

O Marenco começou a ficar invocado, o guarda não parava  de olhar pra ele, não demora muito o guarda se aproxima e diz:

- EU  TO TE RECONHECENDO, e repete varias vezes EU TO TE RECONHECENDO...

E o Marenco meio invocado: - Olha seu guarda eu to aqui já faz um tempinho e não fiz nada de errado.

E o guarda: - Não é nada disso, o senhor é músico né???

- Sim, sou cantor.

E o guarda: - Eu sabia, eu sabia, eu sabia, eu sabia, eu sabia, o senhor é músico muito famoso, eu to lhe reconhecendo da RADIO  e da TV DO GALPÃO CRIOULO.

O Marenco com toda sua simplicidade, ele que na época ainda não era muito conhecido, estava começando a carreira ficou todo vaidoso e agradece ao Brigadiano:

- Pois é soldado Fagundes (tem Fagundes em todo lugar), a gente tá aí, tentando mostrar nosso trabalho,  nos festivais, rodeios, feiras, rádios e de vez em quando nas TV, em breve vou até gravar meu primeiro LP.

Ai o guarda todo entusiasmado fala:

- O senhor sabe inté o meu nome???:

- É que esta escrito aí no bolso da sua camisa...

- Pois como vinha falando gosto muito das suas musicas, ouço as transmissões dos
festivais pela radio Alfa do baixinho Elton e do girafa do Julio, e escuto o senhor cantando e vencendo uns festivais. As musicas que mais gosto do senhor são Mis Amores e Tchê Lôco.

Muito prazer em conhecer o senhor ao vivo e a cores, bem na minha frente seu LUIZ BIRIVA... Sou muito seu FÂ.

Cirangelo Carvalho
SAKS SOM E LUZ (55) 99 71 82 04

Um abraço do amigo
Rico Bertoletti
 
(Se você quiser pode nos enviar e-mail contando sua história dos festivais para bahstidores@yahoo.com.br)

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Histórias dos Festivais GRUTA EM CANTO

Por Rico Bertoletti

Meus amigos, convidado pelo meu grande amigo Jaerson Martins para fazer a Direção de Palco do 1º Gruta em Canto em Nova Esperança do Sul, nesta edição o festival aconteceu ao lado da Gruta Nossa Senhora de Fátima. Um local maravilhoso, musicas muito bonitas, a vencedora foi Milonga a Integração na voz de Flávio Hansen e o Daniel Torres em 2º lugar foi No Encanto da Gruta com o Nenito Sarturi e a Analise Severo, o 3º lugar Dança das Sombras com Antonio Gringo e Os 4 Ventos. 
 
Depois da apresentação das musicas, show de intervalo, jurados reunidos para decidirem a premiação o grande compositor Sadi Machado tinha uma vaneira “Tô” Pegando de a Meia, bem popular, o Sadi apreensivo ficou esperando os jurados saírem do local do julgamento para saber da premiação, foi no Vilmar Vila, no Sicha, Aurélio Moraes, João Casttelan, no Manoel Palmeiro e eles não falaram da premiação então ele foi no último jurado o Ataliba Lima de Moraes: e aí Ataliba ganhei alguma coisa? Não posso falar Sadi. Por favor Ataliba me diz. 
 
E o Ataliba muito sacana diz: a mais popular é tua Sadi. Terminado o show o Paulo de Freitas Mendonça sobe no palco e começa a divulgar a premiação, melhor instrumentista Cássia Abreu, melhor intérprete Fátima Gimenez, melhor arranjo  e melhor grupo instrumental Adair de Freitas e grupo, melhor grupo vocal  Antonio Gringo e Os 4 Ventos, a música mais popular é? 
 
O Sadi na escada pronto para receber a premiação e o Paulo diz: A musica mais popular é Cordeona do Ciro “beiço” tem autoria de Elton Saldanha, Quide Grande e João Sampaio interpretada por Elton Saldanha e Alemão do M’Bororé, a turma do Elton sobe ao palco para receber a premiação e o Sadi fazendo sinal de que tinha sido roubado, tenta subir no palco e eu pergunto o que houve Sadi? Este resultado ta errado, a minha música é a mais popular, ta errado é a minha, nisto o Sadi já está atrás do Paulo, a esposa do Jaerson interveio Sadi a premiação está correta por favor não me faz um escândalo, o festival ta tão bonito, eu peguei a lista da premiação das mãos do Paulo e mostrei pro Sadi ta aqui seu Sadi pode ver não tem nenhuma rasura, a esposa do Sadi pergunta quem te informou deste resultado? 
 
O Sadi foi o Ataliba e no mesmo instante o Sadi começa a sorrir e diz aquele f.p. do Ataliba não perde a mania de empulhar as pessoas.

Esta edição do Gruta é excelente tem belas musicas e participação de gente de peso como Luis Carlos Borges, Valtenor de Almeida, Wilson Paim, Nilton Ferreira, João Chagas Leite entre outros, quem faz coleção de CDs de festivais tem que ter um exemplar deste na sua discoteca.

Um abraço do amigo
Rico Bertoletti
Diretor de Palco
   

quarta-feira, 27 de março de 2013

Histórias dos Festivais - Adriano Lima

 Por Rico Bertoletti

Além dos festivais fixos, aqueles que acontecem em suas cidades como a Tertúlia em Santa Maria, o Grito - Jaguarí, a Seara - Carazinho, a Moenda - Santo Antonio da Patrulha, e aí se vai... Temos o Rio Grande Canta o Cooperativismo com o Prof. Virgílio, o Zigomar, a Elisangela, a Eliete todo pessoal do SESCOOP/RS, levando este grande festival há varias outros recantos do nosso Estado, muitas cidades ficaram conhecidas também, através do nome do seu festival ou de onde vem seus representantes, o Cristiano Pedra Quevedo - Piratini, os Fagundes - Alegrete, Grupo Parceria, Pirisca Grecco, Mauro Moraes, João de Almeida Neto, Vaine Darde... – Uruguaiana, Adair de Freitas, Luis Cardoso, Juliano Moreno... Livramento, Dorval Dias, Osmar Carvalho, Maria Luiza Benitez... – Bagé.  E nesta atividade em que vivemos, sai de um Festival,  e se vai para outro evento, conhecemos muitas pessoas... Mas só com um “cabeção”  em todos os sentidos “formato e memória” que nem o do Nico Fagundes prá se lembrar de todo mundo.

É muito comum estarmos em algum local e chegam aqueles que te cumprimentam:
- Daí tchê, tudo bem, não se lembra mais de mim??? Ta rico agora??? Não se lembra mais dos pobres...e por aí se vai... 

Aí vem a história    vem da Reculuta da Canção Crioula, “Onde os Baguais se Encontram”, e que está retornando ao roteiro dos festivais de 20 a 24 de março de 2013, o festival  acontece em Guaíba, no ginásio mais conhecido como Coelhão, terra que o GRANDE JOSÉ CLAUDIO MACHADO representava quando se apresentava em qualquer parte do Estado, mesmo ele sendo da bela Tapes, o cantor e compositor Adriano Lima, cantou a última música da noite e veio o show de intervalo, nos BAHstidores o Adriano diz aos  integrantes da música:

- Trabalho bem feito, também somos filhos de Deus, com este baita calor vamos para copa beber umas cervejas...

E se foram , quando chegam lá, um gauchão, bem pilchado, dizendo ser fã dele, se apresenta e diz:

- Tchê sou teu fã, gosto muito dos teus trabalhos.
O Adriano muito educado: - Que legal meu amigo, estes depoimentos é que dão força pra gente seguir cantando.

E o gauchão: - Mas Neto Fagundes, tu ainda não está me reconhecendo???
(Na época a única coisa parecida para mim, era que  os dois tinham cabelo molinha,  mas também dependendo do estado etílico da pessoa, muita coisa ruim, começam a ficar boas, mas voltando a história).  

O Adrianinho ficou com um grilo na cabeça e meio envergonhado falou:

- Meu amigo eu não sou o Neto Fagundes, eu sou o Adriano Lima!
E o gauchão: - Qual é Neto,  ta tirando uma onda comigo?

O Adrianinho: Meu galo, não estou te enrolando, eu sou o Adriano Lima e você esta me confundindo com o Neto.

O gauchão não deixou por menos: - Ta certo Neto, eu sei que tu não quer  aparecer, vamos tomar umas cervejas...

E o gauchão começou a baixar cerveja e mais cerveja, o Osmar Carvalho, o Mario Barros e o Gilmar Celau que tocavam na musica, naquela altura do campeonato,  chamavam o Adrianinho de Neto Fagundes direto, foram umas três caixas de ceva, sem eles gastarem nada, e o gaúchão feliz da vida porque tinha passado a noite bebendo com o Neto Fagundes...

Um abraço do amigo
Rico Bertoletti
Diretor de Palco

quarta-feira, 20 de março de 2013

Histórias dos Festivais - Julinho Rodrigues


Por Rico Bertoletti

Premiações em Festivais, a grande verdade é que todos participantes gostariam de receber uma baita ajuda de custo e uma grande premiação, mas sempre tem um mas..., muitos festivais tem sua realidade, as vezes com verbas das prefeituras, outros através de leis de incentivo, alguns apaixonados que tiram dinheiro de seu próprio bolso para ver realizado seu evento, não posso deixar de citar o Rio Grande Canta o Cooperativismo dos amigos Zigomar, Profº Virgílio, José Carlos, Elisangela, e a Eliete, que na edição de 2012, acabou com as premiações paralelas e na forma cooperativa de pensar premiou do 1º ao 12º lugar, sendo que o décimo segundo lugar com a ajuda de custo e a premiação recebeu R$7.000,00, isso mesmo sete mil reais.

O meu grande amigo, o poeta Julio Rodrigues (na foto) em parceria com o talentoso Pedro Guerra ganhou em 1989 a Escaramuça da Canção Gaudéria de Triunfo com a musica Marcas, após as premiações vem as cervejas e no BAHstidores o Julinho chegou perto de mim e confidenciou:

- Riquinho tenho outra bala na agulha e no ano que vem vou vir para ganhar de novo.
E veio 1990 e lá estava o Julinho e o Pedrinho com a musica “Ser Guitarreiro” na voz do Nelton Brasil, Pedrinho Guerra e o Carlos Madruga violão e vocais e o Orlando Fonseca baixo e vocal,  eles foram campeões outra vez, o Julio com o Troféu e o Pedro com o envelope da  preta nas mãos  eram só sorrisos, foram para o bar, muitas cervejas afinal não é sempre que algum compositor consegue ser bi-campeão, eles já bem alegres resolveram ir embora, quando chegaram a beira do rio Jacuí para pegar a balsa, e já que tinha outros integrantes da música que iriam para outros lugares, pensaram temos que dividir a premiação,  o Pedro se apresenta com o envelope e diz:

- É prá já, abriu o envelope e dentro um papelzinho escrito “passe na tesouraria para receber sua premiação”.
Gargalhada geral, voltaram para o bar, beberam até o amanhecer, foram os primeiros a chegarem na prefeitura  para receber a premiação.

Um abraço do amigo
Rico Bertoletti

quarta-feira, 13 de março de 2013

Histórias dos Festivais - Délcio Tavares

Por Rico Bertoletti

O Délcio Tavares, grande cantor da música regional gaúcha e também de musicas italianas, por vestir-se quase sempre de branco, corre a meia voz, nos BAHstidores que o italianíssimo é conhecido como Semi-Deus.

Então vou contar como ele ficou conhecido por este apelido, em uma determinada edição do Ronco do Bugio que é realizado na linda cidade serrana São Francisco de Paula, o Délcio acompanhado pelo grupo de baile Os Tiranos, grupo natural de São Chico, ele está cantando um bugio, tendo em vista que só participam musicas com esse gênero musical, no primeiro dia da apresentação o Délcio chega perto de mim e diz:

- Rico coloca a letra pra mim no monitor só por segurança porque eu sei a letra de cor.
E veio a musica, e no abre e fecha dos foles, o italianíssimo e os Tiranos mandaram ver, o publico delirou, os outros concorrentes ao verem aquela apresentação comentavam, o primeiro lugar, a mais popular e o melhor intérprete já tem dono, para nós o que resta é um segundinho ou um terceirinho.

E vem o domingo, grande final, ginásio lotado, mais de quatro mil pessoas presentes, está na hora da apresentação da musica do Delcio e os Tiranos, chego perto dele e digo:

- Delcio tem a letra aí pra mim colar?

- Riquinho não precisa, to com ela na mente.

Subiram ao palco, todo mundo aplaudindo, menos os concorrentes, o apresentador daquela edição o grande Paulo de Freitas Mendonça, ele faz uma pajada  e anuncia o bugio, a musica inicia, eu vou aos camarins apanhar o próximo grupo e nisto dá um silêncio no ginásio, imaginei o “branco” bateu no Délcio, ele esqueceu da letra, um gaiato diz:
- Deus não esquece...
E outro gaiato responde:
- Mas Semi-Deus esquece...
E aí a coisa pegou...

Um abraço do amigo
Rico Bertoletti
Diretor de Palco

Quer compartilhar alguma história que você tenha vivido ou presenciado nos festivais??? É só enviar para o e-mail do Rico ricobertoletti@yahoo.com.br ou para o bahstidores@yahoo.com.br

terça-feira, 12 de março de 2013

Novidade: Coluna "Histórias dos Festivais..."


Clarissa Moura
bahstidores@yahoo.com.br 

A  partir desta semana o BAHstidores tem novidades. Todas as quartas-feiras, estaremos publicando a coluna “ HISTÓRIAS DOS FESTIVAIS”. Esta coluna será escrita pelo nosso amigo e colaborador Carlos Henrique Bertoletti, mais conhecido como Rico Bertoletti, ele é conhecidíssimo nesse meio. 

Há 30 anos que o Rico vem realizando a importante função de Diretor de Palco na maior parte dos festivais realizados no nosso Estado e fora dele, também na Direção de Palco da gravação de CDs e DVDs de artistas importantes como Luis Carlos Borges, Cesar Oliveira e Rogério Melo. Ele organiza as passagens de som, “puxa” a orelha da gurizada quando está atrasada, é responsável pelos técnicos de som, luz, filmagens e apresentadores, chama os músicos para o palco, dá o ok  para que tudo esteja em ordem nos palcos dos nossos festivais.

Nessas andanças do Rico, ele já trabalhou com grandes nomes da música como Luiz Marenco, Almir Sater, Mercedes Sosa, Cesar Passarinho, Gilberto Gil, Antonio Tarrago Ros, João de Almeida Neto, Renato Teixeira, Ariel Ramirez entre outros. Também presenciou fatos muito interessantes, que infelizmente, até então, ficaram somente nos “bastidores dos festivais”... Com o intuito de levar estas histórias a diante, o Rico começou a registrar estes acontecimentos, e vai compartilhar conosco a partir desta semana aqui no BAHstidores.